Jamary tem estreia mundial no Arlington International Film Festival 2025

Jamary tem estreia mundial no Arlington International Film Festival 2025
Jamary tem estreia mundial no Arlington International Film Festival 2025

A magia da Amazônia chega ao cinema internacional

O longa-metragem Jamary, dirigido por Begê Muniz e produzido por Eliza Telles, fará sua estreia mundial no Arlington International Film Festival (AIFF), nos Estados Unidos, entre 23 e 26 de outubro de 2025. A produção promete encantar o público internacional ao apresentar uma narrativa profundamente enraizada na floresta amazônica, misturando fantasia, aventura e consciência ambiental.

O filme, voltado ao público jovem, explora não apenas a beleza natural e a diversidade da Amazônia, mas também temas urgentes como preservação ambiental, identidade cultural e sabedoria ancestral. Sua estreia em solo norte-americano representa um marco para o cinema amazonense e reforça a força de narrativas locais no cenário global.


O enredo fantástico e a jornada de Ane

No centro da história está Ane (Maria Zen), uma influenciadora digital mirim de 12 anos que se vê diante de uma jornada inesperada. Após um acontecimento misterioso, ela se aventura pela floresta amazônica, onde encontra criaturas mágicas e desafios que vão muito além do que está acostumada em seu cotidiano urbano.

A trajetória de Ane simboliza o encontro entre o mundo moderno e o ancestral, mostrando como as novas gerações podem aprender com os conhecimentos tradicionais para enfrentar os desafios atuais.

Jamary tem estreia mundial no Arlington International Film Festival 2025
Ane, protagonizada por Maria Zen

Anhangá: o ser mítico e guardião da floresta

Entre os personagens mais marcantes de Jamary está Anhangá (Eliza Telles), uma criatura mítica da cultura indígena. Na narrativa, ele surge como mensageiro e guardião da natureza, alertando Ane sobre a verdadeira ameaça que paira sobre o território amazônico.

A presença do Anhangá conecta o espectador às lendas indígenas, destacando a importância da espiritualidade e da simbologia amazônica como parte essencial da identidade cultural do Brasil.


A mistura de fantasia, aventura e consciência ambiental

A força de Jamary está na sua capacidade de combinar ação, magia e reflexão. O longa cria uma atmosfera envolvente que encanta o público jovem, ao mesmo tempo em que provoca debates sobre questões ambientais e sociais.

Esse equilíbrio entre entretenimento e responsabilidade torna o filme não apenas uma obra artística, mas também um instrumento de conscientização global sobre a Amazônia.


Quem está por trás de Jamary

Direção de Begê Muniz

O cineasta Begê Muniz tem se consolidado como um dos nomes mais promissores do cinema amazônico. Sua direção em Jamary reafirma seu compromisso com narrativas enraizadas na cultura local, mas com impacto internacional.

Produção de Eliza Telles

A produtora Eliza Telles, que também atua como intérprete de Anhangá, desempenha papel essencial na construção de um cinema que une arte, identidade cultural e representatividade indígena.

A trajetória da dupla no cinema

Muniz e Telles já possuem uma carreira consistente, marcada por obras reconhecidas em festivais nacionais e internacionais. Com Jamary, eles ampliam ainda mais esse alcance.

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